Aposte nas Redes Sociais

Não importa o tamanho da empresa, mas marcar presença nas redes sociais deve fazer cada vez mais parte da rotina dos negócios em 2012. De acordo com o especialista em mídias digitais e coordenador dos cursos relacionados ao tema na ESPM, Gil Giardelli, esse será o ano no qual mais e mais as pessoas vão se comunicar nas redes sociais para se encontrarem e colherem frutos na vida real. E, certamente, as marcas é que serão as curadoras destas experiências.

Além disso, segundo o especialista, com consumidores cada dia mais conectados e engajados por meio dos smartphones e tablets, as empresas em 2012 terão que ser melhores e mais humanas. Nesse novo cenário, nenhum consumidor ou cliente deve ficar sem resposta a uma reclamação ou a troca de um produto com defeito, por exemplo.

Outro fator importante, além do relacionamento, é que o bom uso das redes também reflete positivamente na receita. Dados de uma pesquisa realizada em 2010 pelo Altimer Group e Wetpaint para a revista Business Week, com as 100 empresas mais valiosas ao redor do globo, já mostravam que os empreendimentos com investimento em mídias sociais apresentam melhores resultados e alcançam receitas finais mais recheadas. Em média, empresas que investiram em mídias sociais cresceram 18% em um ano.

As empresas devem ter sempre em mente que há benefícios maiores em utilizar as redes sociais, pois elas aceleram os processos de negócios. Se usadas de forma adequada podem evitar a duplicidade de informações, aumentar o trabalho colaborativo e melhorar o conhecimento coletivo e a imagem da empresa.

Tendo em vista esse argumentos, não podem faltar na agenda das empresas presentes nas redes em 2012 ações como a total transparência de seus produtos e serviços, profissionais preparados para lidar com esse consumidor sempre conectado, além de estratégias de aproximação como promoções exclusivas para quem está nesse ambiente. O momento agora é de consolidar. E, para quem ainda não aderiu, de não perder mais tempo.

Via Blog HSM

Protestos Contra SOPA e PIPA

Muitos sites se comprometeram a ficar no escuro hoje, em oposição a pedidos de medidas anti-pirataria. Reddit, Wikipedia, Mozilla e WordPress são apenas alguns dos sites que estarão inacessíveis nesta quarta-feira em protesto contra o SOPA (Stop Online Piracy Act) e o PIPA (PROTECT IP Act). Iniciativas resultantes do fortíssimo lobby dos estúdios de cinema e gravadoras, mas que podem resultar em mecanismos de censura na web. A maioria concorda que algo precisa ser feito sobre sites que oferecem produtos piratas, mas como fazer isso é que continua a ser um ponto de atrito.

O Stop Online Piracy Act (Sopa) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir.

O SOPA é a capacidade dos proprietários de direitos autorais (estúdios de cinema e gravadoras) de efetivamente tirarem do ar sites contra os quais eles têm uma reivindicação de direitos autorais. O Gizmodo explica: “Se a Warner Bros, por exemplo, diz que um site na Itália é uma cópia de O Cavaleiro das Trevas, o estúdio poderá exigir que o Google remova o site de seus resultados de busca, que o PayPal não aceite pagamentos de ou para esse site, que sejam proibidos os anúncios e finanças do site e que as pessoas não consigam mais acessá-lo”.

O maior problema sobre SOPA na sua construção original é que permite aos proprietários tomarem essas decisões facilmente sem grandes avaliações judiciais. Por exemplo, se o seu status de atualização em uma rede social contém um link para um site que julgam ferir os direitos autorais, o Facebook, por exemplo, seria legalmente obrigado a removê-lo. Tweets, vídeos do YouTube, Tumblr, WordPress ou sites indexados pelo Google também.

Esse vídeo explica tudo:

Freephoo 2.0 – Chamadas Gratuitas para seus Amigos do Facebook e LinkedIn

Freephoo, empresa com sede na Suécia lançou uma nova versão do aplicativo, que agora suporta chamadas gratuitas para seus amigos do Facebook e LinkedIn.

Via Market Watch